20 novembro 2007

De volta à lagoa


Um ano depois, voltei ao Lagoa Grill.
A diferença é que desta vez trouxe a digital (e também estou 1 ano mais velha -- afe! [risos]).
Só quis deixar registrado, porque a vista é bela.
Pena que não estava aquele sol lindo como no ano passado...

19 novembro 2007

Sardinha! Yessssssssssss


Hum... adoro sardinha frita.
Fui num bar no Leblon uma vez e pedi o prato.
Chorei, né? Cada uma custava R$ 7,00!
Pedi duas. Vieram umas míseras sardinhas magras que mal dava pra palitar os dentes com a espinha das pobrezinhas (risos, risos, risos).
Bem feito, uai! Quem mandou fazer a linha "a fina" e ir comer sardinha no Leblon?
Vai comer sardinha no Méier, que é bem mais em conta! (hehehe).
Pois fui... Fui ao "Baixo Méier" hoje (sim, isso existe, meu bem!) e lá descobri o Bar do Sardinha.
O preço que eu paguei por duas sardinhas no Leblon foi o mesmo que eu paguei pelo triplo de sardinhas fritas no Méier.
Me atirei, né?
Então, deixa de frescura e passa lá.
A cerveja é de garrafa e tem preço justo.
Come-se, bebe-se, gasta-se pouco.
Voltarei, com certeza!
Bar do Sardinha
Rua Silva Rabelo, 30 OU Rua Tenente Cerqueira Leite, 15 (tanto faz... é esquina! --risos)
Méier -- Rio de Janeiro
(imagem "capt[ur]ada" do site O Garfo)

18 novembro 2007

Pra fechar


Pra fechar nosso sábado, fomos ao Odorico, ali quase ao lado da Livraria Prefácio.
Gostei do bar... descontraído.
Aliás, a-do-rei o banheiro de lá. É uma gracinha.
Pode parecer estranho o comentário, mas são tão raros os lugares que dão alguma atenção à decoração do banheiro, que vale a pena ressaltar aqui este cuidado!
Passa lá, tome váááários chopps (assim, vc vai ter logo logo uma desculpa pra ir ver o banheiro que de que falei [risos], que é pequenininho, mas bonitinho!)

Odorico Bar
Rua Voluntários da Pátria , 31C
Botafogo -- Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2266-3773

Livros, CDs, café, cerveja, sofá...


Ainda ontem, após a exibição do filme, fomos à Livraria Prefácio, ali mesmo em Botafogo.
Eu já conhecia a livraria (quando andei dando umas bandas por Botafogo, numa tarde fria em que chovia fino), mas desta vez fui tomar café no mezanino.
O lugar possui dois mezaninos, um deles com esse delicioso sofá no qual tive vontade de me atirar (mas me contive!) e uma estante de livros a serem folheados.
Diliça!
Vai lá no verão? Tome uma Warsteiner no balcão de baixo (sim... a livraria TEM cerveja!) -- hehehe! (adorei isso!)
Vai lá no inverno? Experimente o café vienense (café, chocolate em tablete, conhaque e leite vaporizado), que é gostoso e esqueeeenta que só!
Livraria Prefácio
Rua Voluntário da Pátria, 39
Botafogo -- Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2527-5699

Isso é Brasil


Ontem fui à Casa Rui Barbosa (outro dia falarei especialmente sobre ela!) assistir a Brasileirinho -- o Filme.
Que bom ver algo assim e se lembrar que esse país produziu coisas muito boas!
Fiquei emocionadíssima e nem vou tentar sintetizar isso.
Segue a sinopse, extraída do site do filme.
obs.: já comprei a trilha do filme, é claro! Ma-ra-vi-lho-sa!
Um emocionante passeio pela história do Choro, suas origens, primeiros adeptos, e ainda, um importante registro do Choro atual, feito por novos e apaixonados músicos, que mantém vivo e pulsante esse gênero musical tão diverso quanto rico.
Durante uma tradicional Roda de Choro, o Trio Madeira Brasil, composto por destacados músicos de Choro como Marcello Gonçalves (violão de 7 cordas), Zé Paulo Becker (violão) e Rolando do Bandolim, apresenta aos demais músicos convidados um projeto de show, e convida-os a participar.
Paralelamente, seja nas sessões de Roda, em suas próprias casas, ou tendo “cartões postais” do Rio de Janeiro ao fundo, alguns dos maiores expoentes do Choro tocam e lembram passagens essenciais da história desta música urbana do Brasil, como por exemplo a Era do Rádio, das Big Bands, e das gafieiras tradicionais, que aconteciam a céu aberto, no interior do país.
O conceito de “BRASILEIRINHO”, porém, é focalizar na vitalidade atual do Choro. Nesse contexto, uma olhada no workshop semanal de Choro no Rio de Janeiro, com mais de 300 participantes de todas as idades, ilustra, sem constrangimentos o autêntico jeito brasileiro de tocar e improvisar música, com níveis de qualidade impressionantes.
O filme culmina com um concerto em um tradicional teatro do estado do Rio de Janeiro - o Teatro Municipal de Niterói. Durante o show, os artistas resumem, de forma espetacular, a opulência dos ritmos e melodias do Choro, um dos melhores e mais autênticos estilos musicais do Brasil.
Curtiu?
Agora, clica no link abaixo e dá uma olhada nas FERAS que participaram do filme:
http://www.brasileirinhofilme.com.br/choroes.htm

16 novembro 2007

Reserva Cultural


Quando inaugurou o "Reserva", já me chamou a atenção pelo nome: RESERVA CULTURAL.
Fino, não?
Amei!
Fui lá conferir!
Além de agradável, é pra lá de "bem localizado": no prédio da Gazeta (ou da Casper, como queiram), em plena Av. Paulista.
Pra quem já viu por fora (sim, a parede é uma vitrine!), mas não se encorajou a entrar, deixe de bobagem e vá lá ver.
Além do bar (o tal que se vê lá de fora!), tem também uma livraria e um café gostosinho (é... esse mesmo aí da foto acima), bem ao lado da rampa.
Ah... saudades de São Paulo!

15 novembro 2007

Cara de boteco


Não se engane com essa foto de "frango chique".
Quick Galetos, onde fui ontem à noite (e cujo site traz essa foto), tem cara de boteco.
Talvez por isso mesmo eu, que adoro frescurites mas detesto frescura, tenha gostado do lugarzinho.
Come-se no balcão (sentada, é claro -- no banquinho, não no balcão [huahuahua!]).
O preço é justo e o galeto é uma delícia!
Mas "se aprume" pra chegar lá cedo, porque eles viram abóbora: 23h começam a se organizar pra fechar.
Então corre (mais quick do que o nome sugere), senão a cerveja esquenta (tava geladinha!) e o galeto esfria!
Quick Galetos
Rua Duvivier, 28A
Copacabana -- Rio de Janeiro
Tel.: (21) 2541-2897

13 novembro 2007

Um deserto CHEIO de gente...!


Aí está o Saara de que falei abaixo.
O deserto mais populoso do mundo (hahaha).
Gente... é muita coisa ali.
Pra quem não sabe, trata-se da parte comercial do centro do Rio.
Pra quem é de Sampa, digamos que corresponde à rua 25 de Março e adjacências.
Claro que, pelo nome do lugar, já se imagina que os primeiros comerciantes dali eram turcos, libaneses, sírios, árabes... Mas é algo "além" disso. SAARA é uma sigla (Sociedade de Amigos e Adjacências da Rua da Alfândega) e compreende, além da própria rua da Alfândega, a Senhor dos Passos, a Buenos Aires e todas as suas respectivas travessas, num enorme quadrante (enorme MESMO; encontrei até um mapa pra se achar ali: http://www.saara-rj.com.br/mapa.jpg).
É louco o lance.
Gente saindo pelo ladrão.
Ladrão também tem! (digo, nas ruas. Todo lugar de aglomeração tem um esperto que mete a mão no tua bolsa, né? Tem de ficar esperta!).
Vale a visita.
Dispense a Zona Sul, o Corcovado, a Lagoa, a praia e vá dar um pulo pra enlouquecer no Saara.
Olivier Anquier costuma dizer que, pra se conhecer os verdadeiros pratos típicos de um lugar, tem de sair dos restaurantes indicados pelo hotel e ir às ruas.
Acho que isso tb se aplica às cidades, não?
Então, bem-vindos ao real Rio de Janeiro!

12 novembro 2007

E pra vc... o quê? Não! Não pare... o quê?





Vergonha das vergonhas!
Um blog jogado às traças digitais!
Nunca mais postei nada aqui!
Pois voltei... e "com a corda toda"! (hehehehe).
São 15h30 da tarde de uma segunda-feira. Opa! Eu não devia estar trabalhando?
Sim... eu devia, sim. Mas, quando vi, meu cérebro DDA já havia me raptado pra algum ponto além da estratosfera. E cá estou eu, pensando como o final de semana passou depressa...
Estava justamente dizendo isso hoje num e-mail -- aliás, só abri 1 dos meus 6 e-mails (sim, são seis!) --, sobre como o finde "voou"!
A impressão que tenho é de que estava passando em frente ao micro no final da tarde de sábado, vinda diretamente do Saara (no qual, antagônicamente, fui matar minha sede -- lê-se "curiosidade", pois de fato eu não conhecia aquele lado do centro do Rio), quando me lembrei do universo infindo de coisas que tinha ainda para terminar. Para lá fui sugada (sim, pra dentro do micro) e só despertei na noite de domingo, ao som da vinheta do 007 (eu estava a fim de ver a cara do novo "James Bond" e até que me surpreendi com o filme e com Daniel Craig).
Corta para hoje. 15h47. Postando coisas no blog. Interessada na linguagem de cinema (cismei com essa agora). Interessada em audiovisual (hum... buscar pelo assunto no Google!). Interessada em "autovisual" (tenho de cortar os cabelos, ir à manicure -- unha comprida? ergh! -- e preciso emagrecer uns quilinhos, apesar de ter, hoje mesmo, descoberto aqui perto de casa a rotisserie dos meus sonhos, que vende uns pastéiszinhos de queijo que são uma maravilha!!!).
P.S.: ah... e vc pensou que "autovisual" se referia a visual de carro, né? Errou, bébé!
Fade in: tela de computador mostrando o desenho acima. 15h52.
Achei um blog (http://www.dissonante.blogger.com.br/) em que se fala o seguinte sobre DDA:




DDA - Distúrbio de Déficit de Atenção

Distraído, enrolado, esquecido, desorganizado, impulsivo, agitado e inquieto. Estes são os rótulos mais utilizados para descrever o comportamento de pessoas que - injustamente tidas como preguiçosas, irresponsáveis e rebeldes - possuem um funcionamento mental diferente, chamado de DDA - Distúrbio de Déficit de Atenção ou TDAHI (transtorno do déficit de atenção com ou sem hiperatividade e impulsividade). No entanto, se esta patologia for canalizada de forma correta ela pode se transformar em criatividade, energia, ousadia e inovação...




Parabéns! Concordo total. Tanto que vou agora, now, transformar minha distração em trabalho.
Corta -- Valeu!
Ops! Mais um P.S. às 16h16 (ah... uma amiga de Campinas me ligou; eu tava de trelelê no telefone -- hehehehe): do dia 15 ao dia 20 vou botar esse blog NOS EIXOS. Postar o que fiz e os lugares aos quais fui nesses 2 meses (detalhe: as postagens serão retroativas, já que agora o Blogger permite fazer isso, para o bem dos "desleixados com blog", como eu!). Aguardem!



(imagem "capt[ur]ada" do blog Dissonante)

02 novembro 2007

Brasil cruel


2 de novembro era Finados
Eu parei em frente ao São Luis do outro lado
E durante uma meia hora olhei um por um
E o que todas as senhoras tinham em comum
A roupa humilde, a pele escura
O rosto abatido pela vida dura
Colocando flores sobre a sepultura
Podia ser a minha mãe -- que loucura!
Encontrei um blog MUITO LOUCO. Vou dizer: http://www.brasilcruel.blogger.com.br
Mas já aviso: tem de ter estômago; não só pela fotos, mas por ver quanta barbaridade ocorre diariamente nesse nosso país.
Cadê o "capitão Nascimento"?!
Legenda da imagem: Mosaico de fotos que circunda as lápides do São Luís, onde são enterradas até 20 pessoas por dia, a maioria vítima da violência.
(imagem "capt[ur]ada" do site ReporterBrasil)
("Fórmula mágica da paz" -- Racionais MCs: Sobrevivendo no Inferno)